Arquivos de July de 2010

Chicolatria

Queridos leitores e amantes de Chico Buarque,

É hoje a reestreia de “Meu caro amigo”, no Teatro Sesi/RJ. Espero todos vocês lá! Curtam a temporada.

Trata-se de um drama musicado inspirado em canções do repertório de Chico Buarque. Acompanhada pelo eficiente pianista João Bittencourt, a atriz Kelzy Ecard – vencedora do prêmio da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR) 2008 como melhor coadjuvante em Rasga Coração – incorpora a cinquentona Norma, professora de história do Brasil e fã de Chico. Ela decide compartilhar com a plateia sua devoção e suas memórias, já que a obra do compositor serviu de trilha sonora para a sua vida. Visto por mais de 12 mil pessoas!

Teatro Sesi

Lugares: 350
Horário: Quinta a domingo, 19h30. Até 5 de setembro.
Ingresso: R$ 30,00 (meia 15)

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Já alugou o seu?

Estreia dia 16 de agosto o blog-novela “Edifício 256″ sobre um prédio mal-assombrado.

Por Eleonora, a assessora*

1. Desculpa, Felipe, eu tô um pouco nervosa. É a minha primeira matéria. Sobre o que é Edifício 256? Como surgiu a ideia?

Em 2003 eu tinha acabado de chegar no Rio de Janeiro e estava super infeliz dividindo um ap. terrível em Copacabana com outros sete caras… e a febre dos blog estava alta. Como não queria um blog no estilo diário, mas ao mesmo tempo queria falar dos meus perrengues naquele ap, resolvi criar um prédio e assinar como personagens. O “256″ do título veio do número do meu prédio mesmo. Comecei escrevendo sem pretensão alguma, mas de repente o número de visitas começou a aumentar, aumentar… até que veio uma indicação da Globo.com e foi uma loucura. Os internautas queriam saber se o prédio existia, se poderiam se mudar pra lá… e como eu vendia o “Edificio 256″ como uma novela, começaram a me cobrar capítulos que até então eu não tinha a menor ideia de desenvolver. Foi no susto e uma delícia. Quando eu descobri que somando 2+5+6 eu chegava ao número 13, e tinha ouvido falar que alguns prédios no mundo (por causa da superstição) não tem esse andar, eu resolvi apostar nesse gancho: a história de um prédio mal-assombrado.

2. Eu morro de medo de fantasmas… uma vez, quando eu era pequena, que dizer, desculpa. O entrevistado é você. (rs) O que fez você querer relançar a novela? Dificuldades financeiras, falta de criatividade?

É o primeiro remake da minha primeira e única novela. (rs) O barato de “Edificio 256″ e que chamou a atenção na época, foi o formato inovador… foi a primeira blog-novela da net. De lá pra cá, eu me tornei escritor profissional e um dia, relendo os arquivos do blog, pensei: talvez agora, com uma certa experiência, eu possa fazer algo muito mais divertido. E eu quero trabalhar como novelista, mas não vou ficar esperando nenhuma emissora de TV me chamar pra trabalhar. Enquanto o convite não vem, eu aposto em mim e escrevo por conta própria.

3. Não entendi.

O blog conta a história de um prédio mal-assombrado e decadente de 13 andares, que foi planejado para ser o edifício mais alto do mundo, com 256 andares. O idealizador do projeto, o engenheiro Fausto, planeja construir uma nova Torre de Babel para chegar a Deus. Mas por ironia, pra conseguir isso, faz um pacto com o diabo e dá tudo errado. Os temperos principais: humor e suspense.

4. Você se inspirou em autores de novelas pra escrever “Edifício 256″? Quais deles você acha mais bonitos? Ops. É, quem são os seus ídolos?

Com certeza. Silvio de Abreu e Aguinaldo Silva são as referências máximas… e dessa vez vou abusar de referências e brincar com os clichês das novelas já conhecidos do público: as gêmeas boa e má, o quem matou, casamento no último capítulo e tudo mais. Só que de uma forma jovem, dinâmica.

5. Serão quantos capítulos? Você acredita que de grão em grão a galinha enche o papo? HAHAHAHA! Cri. Cri. Cri.

Assim como na primeira versão, estão programados 80 capítulos. Vai de 16 de agosto a 17 de dezembro;  4 meses de novela, que eu acho um tempo legal pra internet. Reescrevi praticamente todos os capítulos, caprichei na trama e a ideia é dar uma virada a cada 20 capítulos.

6. Não sei, eu acho que não vai dar certo. Tô sendo honesta, porque ninguém tem paciência pra ler blog todo dia. Você acha que funciona? (Tô meio deprê hoje, Felipe!)

Não sei, o blog vai ser uma nova experiência. Eu não quero perder o clima de despretensão, embora dessa vez eu já esteja dando entrevista e isso me contradiga. (rs) Eu aposto no meu texto e na imaginação dos leitores… Escrever uma novela em blog tem um problema prático: quanto mais capítulos passam, mais difícil é trazer novos leitores. Quando o internauta chega num site e vê que a trama já correu 30 capítulos, é mais complicado segurá-lo no site. Os posts são interligados, então não dá pra entender tudo no meio do caminho. O cara tem que realmente se interessar, lê o arquivo, fuçar o blog… é uma história cheia de pistas e que precisa de leitores-detetives.

7. Tá vendo, muito difícil emplacar.

Na verdade não tem solução. É uma característica própria do formato. O que podemos fazer é facilitar a vida de quem chega, com links especiais para que a pessoa vá direto nas informações mais importantes pra se atualizar rápido. Hoje percebo que ter uma boa divulgação no lançamento da novela é fundamental. Para isso, tô abusando do twitter da novela.

8. Qual o público do blog? Tipo, de 0 a 100 pessoas, quantas? Eu chuto umas trinta, sendo otimista.

São os jovens, mas os leitores de um blog como “Edifício 256″ são sofisticados. Eles querem referências, piadas internas, non-sense… o edifício é cult e chanchada ao mesmo tempo. Querem ver uma prostituta cantando Edith Piaf e sendo carregada por homens fazendo uma coreografia brega. (risos) Inclusive, isso foi legal em 2003. Quando eu comecei a investir na história de amor entre um nerd (Caio Pinto) e uma prostituta (Pâmela), eu tinha picos de audiência! (rs)

9. Dessa vez você tem a parceria com o ilustrador Rodrigo Soldado. Como funciona? Ele é militar?

É um sonho que tenho desde a primeira versão. O Rodrigo é sensacional. Infelizmente, por falta de tempo e grana, não temos como ter uma frequência maior de ilustrações no site, mas o Rodrigo já fez um trabalho muito legal. Ele tem traços muito particulares e bem-humorados. Pegou o espírito dos personagens. Acho muito importante criar esse tipo de parceria, pois precisamos ampliar o mercado, as relações, o diálogo entre os artistas… e é uma maneira de chamar a atenção para os apoios e patrocinadores. Tanto a dramaturgia quanto os quadrinhos necessitam de investimento cultural, de financiamento. Claro que não podemos parar de produzir por causa da falta de grana, mas temos que nos unir e cobrar.

1o. Já tem quantos capítulos prontos? (ARROTA) Desculpe, tomei Coca-Cola.

A minha meta é estrear com 50 capítulos escritos. O que dá mais trabalho é a construção da sinopse, porque “Edificio 256″ tem vários mistérios a serem desvendados e eu não posso deixar furos… preciso lançar pistas para os leitores, estudar a melhor maneira soltar as informações, etc.

11 – Qual o personagem você gosta mais de escrever?

É difícil escolher… Pâmela como personagem dá muitas possibilidades, os leitores amam a Pâmela porque ela é uma prostituta que lê filosofia, solta umas tiradas absurdas, não “pensa muito pra falar” e fica engraçada. E o trio Manoel (estrangeiro), Carmela (vidente) e Caio (nerd) é infalível… sempre que eu tô sem ideias, eu invisto neles.

12. Ah, tá. E agora, no Humor da Caneca…

Oi?

13 – De que maneira você aproveita outras mídias, como twitter, para desenvolver o blog?

O twitter foi uma grande surpresa, pois ele torna o site mais dinâmico. Quando postamos capítulos novos, os leitores ficam sabendo imediatamente. E no twitter eu jogo as falas soltas das personagens, geralmente apimentadas e com um humor mais politicamente incorreto. Além do universo virtual, também quero fazer “Edifício 256″ ganhar vida no lado de fora… Espero fazer uma leitura aberta dos últimos capítulos na Casa da Gávea, no Rio de Janeiro.

Site do blog www.edificio256.com.br volta ao ar dia 16 de agosto. Por enquanto, acompanhem o twitter da novela!

 

*Eleonora é  estagiária-jornalista e um personagem de ficção.

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“Meu caro amigo” reestreia dia 29 de julho!

Meus caros amigos leitores,

É com imensa alegria que “Meu caro amigo” voltará em cartaz no Rio de Janeiro, no próximo dia 29 de julho, 19h30, no Teatro Sesi.  Ficaremos em cartaz de quinta à domingo e é mais uma chance para quem ainda não assistiu, conferir este trabalho que nos faz tão felizes.

A peça conta a vida de Norma (Kelzy Ecard), uma professora de História do Brasil apaixonada por Chico Buarque, que decide fazer uma declaração pública de amor ao ídolo. A direção é de Joana Lebreiro e direção musical de Marcelo Alonso Neves. Ao piano João Bittencourt.


 TEATRO SESI. Rua Graça Aranha 1, centro. (21) 2563-4166

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Amizade

A amizade é um namoro sem sexo. Ok, nem sempre. Mas esta é outro tipo de amizade, é a amizade colorida. Vamos falar de nós, amigos. Vamos falar sobre as nossas almas gêmeas, aqueles que guardamos do lado esquerdo do peito, aquele seu amigo de fé e irmão camarada.

Amigo todo tem, todo mundo é. Não existe mocinha de novela que não tenha a sua melhor amiga ao lado, cúmplice e conselheira para todos os momentos, disposta a ouvir as lamúrias e ajudar a protagonista a fugir das enrascadas do vilão. E o vilão, ele também, nunca está sozinho. Ele sempre terá o seu amigo, o seu cúmplice na hora de bolar os planos mais ordinários. Vilão que conquista seu objetivo e não tem com quem brindar no final… isso sim, é castigo.

A amizade é um namoro. E como todo namoro, começa com uma paquera. Assim como nos casos mais ardentes, muitas amizades nascem de uma antipatia gratuita. Você começa odiando, de graça, aquela menina que senta lá no canto direito da sala e por ironia do destino, depois que a formatura chega e a turma se separa, foi justamente aquela amizade que ficou pra contar história. Outras amizades nascem de uma empatia imediata, como o famoso amor à primeira vista. Você se identifica imediatamente com o outro e em cinco minutos de papo, é como se você fosse amigo daquele desconhecido desde quando era criança. Amizade que começa morna geralmente não dá em nada. Um verdadeiro amigo ou nasce com um beijo, ou nasce com um tapa. Muitas amizades começam com um amor platônico, um desejo sexual, um tesão enrustido. Você deseja o outro.

Você, amigo leitor, provavelmente também tem seus amigos de infância. Que você fez, sei lá, quando tinha 5 anos e que morava na sua rua. E que só virou seu amigo porque ele era o filho da amiga da sua mãe. São aquelas amizades que dizem muito sobre você, são como uma espécie de memória viva e ambulante de quem te conheceu na época que você tirava meleca do nariz na frente do outro sem o menor pudor e achava aquilo tudo engraçado. Vocês riam disso juntos. Dizem que sempre que perdemos nossa identidade e noção de quem éramos, devemos recorrer aos velhos amigos. Eles são o nosso espelho mais fiel. Daí o tempo passou, os dias correram e aquela amizade diária, em que você dividia os carrinhos ou as bonecas, ficou no passado. Ou não. É muito provável que hoje em dia vocês continuem amigos e as mães de vocês, essas sim, é que não se falem mais. Amizade tem disso. Às vezes você apresenta o seu amigo para o amigo do seu amigo…. e não é que eles nunca mais se desgrudaram?

A vida é feita de fases. E podemos contar e dividir essas fases pensando nos amigos que fizeram parte dela. Na infância eu vivi cercado pelo Vinícius, no colégio era o Léo, no terceiro ano foi a Kate, na faculdade…. cada época da nossa vida pode ser lembrada por aquela convivência intensa e diária de pessoas que dividiram, cresceram e aprenderam juntos. Amigos crescem juntos. Só que as fases, porque são fases, passam. E aí aquele amigo de infância, tão constante, simplesmente sumiu na fase do colégio. Aquela presença tão marcante durante cinco anos consecutivos da sua vida simplesmente deixa de existir. Ao mesmo tempo ela esta ali, fincada em algum lugar do passado, que vai ser impossível não ouvir aquela música e lembrar do outro, rir de uma piada interna e sentir uma nostalgia tão grande, tão profunda… que vai te fazer pensar: “Amigo como aquele, nunca mais”. Você é fruto e resultado daquela convivência também. Por quê os amigos se afastam? Será que não éramos tão amigos assim?

Uma amizade acaba? Amizade se termina? Nós desejamos, porque somos humanos, e este é um desejo legítimo e honesto, de estarmos acompanhados e protegidos. Algumas amizades, tão intensas, são interrompidas no auge. É aquele seu melhor amigo que foi viajar… e, nossa, meu Deus!, como é que vou ficar sem ele? É o amigo que vai embora quando falece. E deixa aquele monte de memórias e sensações e um desespero tão grande e uma vontade tão intensa de ter vivido um pouquinho mais junto… e não ter brigado tanto. Ou ter brigado mais, sei lá. Porque um amigo que vai embora, quando é amigo de verdade, leva um pouquinho da gente também. Só que isso é bom. Quando ele carrega algo de nós, não está nos roubando uma parte ou deixando um espaço vazio… está apenas multiplicando e compartilhando ainda mais um pouco de nós mesmos.

Amigos sentem ciúme, isso é natural. Outros amigos sentem muito, muito, muito ciúme. É como se para cada amigo novo que chegasse, junto viesse a ameça de perder território, de ser menos amado, de ter que dividir a atenção – e, ora essa – “Eu o conheço há muito mais tempo!” Ah, isso é insegurança. E nós somos inseguros. E não se preocupe, o seu amigo vai entender.

Hoje, talvez, você não fale mais com algum grande amigo… talvez por ter se sentido traído ou enganada, ou por ter ouvido o que não quis ou ter falado sem pensar, ou ter agido por impulso. E algumas amizades terminam sim. Infelizmente deixam de fazer sentido, perdem a cor. Nunca mais voltam a ser a mesma.

A amizade, entendemos, começa com uma paquera, vira namoro e acaba em casamento. E um casamento só com a parte boa. A cobrança, numa amizade, é diferente. É mais leve, é mais compreensiva, é mais amiga mesmo. Porque um amigo, na verdade, só quer perceber o outro feliz. A amizade compartilha amor. E existirão, sim, aquelas amizades que vão durar a vida inteira. Os mais velhos concordarão comigo, embora digam que depois dos 40 não se façam mais amigos de verdade. Para os mais novos fica a surpresa: quais serão aqueles que vão resistir ao tempo? Por que alguns amigos fazem sentido durante a vida inteira e outros só em uma parte dela?

E porque será que aquele meu melhor amigo, depois de voltar de viagem, é um completo desconhecido? É tanta história pra contar que, ao invés de passarem 48 horas ininterruptas conversando, vocês não conseguem trocar uma palavra? E porque será que, em outros casos, você fica três anos sem falar com o amigo e quando o vê, é como se ele tivesse saído ontem de casa para ir à padaria e a intimidade é absolutamente a mesma?

Eu tenho mesmo que ter um melhor amigo? Ou eu posso ter melhores amigos, sem classifícá-los? Bem, na verdade nós podemos tudo. Amor não se mede. O amor nos surpreende. Pense que foi assaltado. Ou que acabou de ser despejado de casa. Quem vem a sua mente como primeiro socorro? Nós somos instintivos, intuitivos e buscamos proteção, calor. Amigos de verdade estão alí. É aquele velho clichê do “liguei 4 horas da manhã precisando de ajuda e em cinco minutos ele estava lá em casa”. Os melhores amigos são clichês. Quem os tem, entende o que eu estou falando. Sabe aquele amigo em que a cumplicidade é tanta que numa simples trocar de olhar você dá o recado, entende o que o outro respondeu e, depois, juntos, morrem de dar risada? Que delícia é pensar em ligar para aquele amigo, pegar o celular e ele te ligar na hora… são dessas coincidências que nos fazem pensar que amizade é sintonia.

Ah, importante. Eu estou falando de amigos mesmo. Não os colegas. São os amigos. Você entendeu, né? Quando você for capaz de não se constranger com o silêncio do outro, talvez você tenha acabado de ter feito uma amizade de verdade.

Amigos… muitas vezes não os escolhemos, mas somos escolhidos. Alguns não lhe darão espaço pra pensar e vão entrar na sua vida sem pedir licença. Outros serão mais delicados… e quando você perceber, já não consegue ficar longe daquela pessoa que, até então, não fazia a menor diferença na sua existência. Amigo pode ser pai, pode ser namorado, pode ser ex-namorado, pode ser um antigo inimigo mortal, o vendedor de picolé, o seu próprio filho. Isso pode parecer óbvio, mas não é. Amizade não existe por princípio. Existe por afinidade. E necessidade também. As pessoas se percebem pela energia. Amizade é um troca natural, espontânea como toda boa relação na vida. Mas as amizades, por mais lindas que sejam, por mais fortes que pareçam, exigem um cuidado diário. Amizades são carentes de atenção e não permitem o comodismo. Se você for negligente, a amizade enfraquece. E como a amizade é feita de dois, quando um perde, o outro sente.

Aproveite o que a amizade tem de melhor. Tire proveito de estar ao lado de uma pessoa que te ama pelo simples desejo de te amar. Não tenha vergonha de chorar nem de ligar porque está sentindo saudade. Amigos erram. Sejamos mais compreensivos e mais leves. Vamos ouvir as palavras de nossos grandes amigos, pois no fundo, é muito provável que eles tenham toda razão. Amigos, os amigos mesmo, nunca vão te ferir por maldade. Os amigos mais profundos, aqueles mais complexos, não terão medo de machucá-lo por amor. Nem sempre estamos preparados para receber uma palavra mais cruel, mas pode ter certeza… amigos só nos desejam o melhor.

Amizade, a gente imagina, é uma forma despretensiosa de falar de amor. Que linda e maravilhosa é a nossa existência, tão cheia de momentos marcantes, em que podemos compartilhar as alegrias e tristezas com outras pessoas. Esse é o milagre da vida. Falar de amigos é uma maneira dos mais descrentes acreditarem em anjos. E sabermos que não estamos sozinhos aqui.

Impossível não ter lido este texto e não ter pensado em tantos amigos que fazem e fizeram parte da nossa vida. Pois alegre-se… a imagem mais linda, que na minha opinião traduz a amizade, é aquela de que quando morrermos, serão nossos verdadeiros amigos que nos receberão no céu.

Dedico este texto a todos os amigos do mundo.

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